Remoção de pintas

Pinta é o nome popular para nevos, como os médicos especialistas chamam. Elas são formadas por um conjunto de células parecido com o melanócito, responsável por produzir a melanina. Podem ter aspecto plano ou com relevo, e apresentar coloração que varia de cor da pele para o preto. A maioria das pintas é benigna, porém existe o risco de alguns tipos se transformarem em melanoma.

 

Remoção

O médico especialista deve avaliar a pinta e analisar se ela deve ser removida ou não. Ele leva em consideração a regra ABCD (assimetria, borda, cor e dimensão) para comprovar o risco. De modo geral, devem ser retiradas caso apresentem essas características:

  • Malignidade: quando a pinta sofre modificação, seja de crescimento ou cor, em um curto espaço de tempo; coça, arde, dói ou sangra; quando os sinais aparecem nas plantas dos pés, palmas das mãos, couro cabeludo, dentro da boca ou nos genitais; apresenta cores variadas na mesma pinta; muda de tamanho; ou quando as bordas ficam irregulares;
  • Estética: quando a pinta está localizada numa região que constrange o paciente;
  • Biópsia: quando o dermatologista indica uma biópsia para confirmar um diagnóstico.

Caso seja necessária a remoção da pinta, a cirurgia deve levar em consideração a força da pele no local e fazer a retirada com uma margem de segurança, que normalmente é de 3 a 4mm, para então o material coletado ser encaminhado para exame histopatológico.

É importante salientar que pintas ou nevos com risco de ser melanoma não podem ser retirados por procedimentos como eletrocauterização ou laser, pois é fundamental a comprovação do diagnóstico da lesão e isso se torna mais difícil caso sejam queimados.

As pintas suspeitas devem ser retiradas sem demora, pois, caso se confirme a presença de melanoma, o atraso pode mudar totalmente a estimativa de cura do tumor.

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