Câncer de pele

O câncer de pele se desenvolve quando uma célula sofre uma transformação no seu núcleo DNA e se multiplica de forma desordenada e fora do padrão, gerando um novo tecido.

De acordo com o INCA, Instituto Nacional de Câncer, o câncer de pele é responsável por cerca de 25% dos tumores malignos no Brasil. As pessoas de pele branca são as mais afetadas pela anomalia e cerca 90% das lesões estão em áreas que ficam expostas ao sol.

 

Como saber se estou com câncer de pele?

O diagnóstico é sempre feito por um especialista, dermatologista ou oncologista, que vai avaliar o paciente por meio do exame ABCD, que com uma lupa analisa a pinta ou mancha da pele. O exame verifica a assimetria, bordas, cor e diâmetro do sinal e, caso tenha chances de realmente ser câncer de pele, o médico pedirá mais exames para confirmar a suspeita, como biópsias.

Se não for o caso de câncer de pele, o médico indicará ao paciente outros tratamentos para cuidar da lesão, como pomada e comprimidos.

 

Tipos de câncer de pele

  • Carcinoma espinocelular – este tipo de câncer afeta as camadas mais superficiais da pele e se multiplica rapidamente. Surge, principalmente, em áreas de alta exposição solar, mas também é comum em regiões de mucosas, como lábios e boca.
  • Carcinoma basocelular: o tipo mais comum entre os brasileiros, afetando as camadas mais profundas da pele, mas com menor chance de malignidade. Costumam aparecer no rosto, lóbulo da orelha e nariz. Em alguns casos, feridas que não cicatrizaram ou que sangram com facilidade podem se transformar nesse tipo de câncer.
  • Melanoma: forma mais agressiva e fatal. Em cerca de 10% dos casos, é associado à questão genética. Esse tipo de câncer se multiplica rapidamente e pode gerar metástase (momento em que as células cancerígenas caem na corrente sanguínea e chegam a outros órgãos, piorando a situação).

 

Tratamentos

Em caso positivo de câncer de pele, o tratamento mais adequado é retirar o nódulo, porém não é indicado para idosos, pessoas com dificuldades de locomoção ou acamadas. Nestes casos, o tratamento é feito de outras maneiras, indicados pelo dermatologista.

Procurar um dermatologista é o mais indicado no caso de suspeita de câncer de pele, para que haja o melhor diagnóstico e tratamento.

 

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